Drº. Fernando Pereira

  • Perfil


Mais de 30 anos dedicados ao ensino da Endodontia.

O meu consultório está localizado na Av. Amaral Peixoto, 91 sala 304, centro, Volta Redonda - RJ, Telefone (24) 9994-5055 ou (24) 3075-1063.

Poderemos também marcar a sua consulta por e-mail.

Tenho como hobby cavalos de esporte. Pratico hipismo clássico e em breve estaremos inaugurando nosso novo manége, o Haras PYBE.

Manda uma mensagem para fernandoabovr@gmail.com que eu te convido para a festa.

Associados
  • Contato


Entre em contato através do e-mail:

fernandoabovr@gmail.com

  • Trabalhos


Canais Radiculares

Preparo dos Canais Radiculares proporcionado pelo auxílio de instrumentos Rotatórios versus instrumentação ultra-sônica no preparo de canais radiculares

Publicado na revista APCD vol. 52, nº 2, mar./abr.de 1998

Sinopse

Comparou-se in vitro a instrumentação ultra-sônica com a manual, através do uso das brocas Gates-Glidden e de Largo, quanto à forma do preparo e ao desgaste dentinário das paredes radiculares mesial e distal. Trinta raízes mésio-vestibulares de molares superiores humanos e extraídos foram utilizadas, cada raiz avaliada a 2 mm, a 4 mm e a 6mm do colo anatômico, por meio da projeção em "slides" das fotografias de cada secção, para se obterem contornos do canal radicular antes e depois da instrumentação. Segundo os resultados, a instrumentação ultra-sônica desgasta as paredes dentinárias de forma irregular. Com o uso de brocas Gates e de Largo, a maioria dos canais cirúrgicos apresentou formas esférico-cônicas. Nos três métodos testados, o desgaste da parede distal foi maior do que o da parede mesial.

Diafanização

Variações na Configuração Raticular Interna de Prémolares inferiores Humanos, em decorrência da presença de sulcos raticulares. Unitermoa: Diafanização; estudo anatômico; premolares inferiores

Sinopse

Com o Objetivo de obter maiores informações a respeito da anatomia interna de pré - molares inferiores foram analisados in vitro 100 espécimes. Todos portadores de sulco raticular em pelo menos uma face da raiz, sendo, superficiais, de média profundidade ou profundos. Entretanto, nenhum apresentando bifurcação ou trifurcação de seus ápices.

A metodologia utilizada para a pesquisa foi a descalcificação - diafanização associada à injeção de tinta nanquim no interior da cavidade pulpar. Esta técnica torna o dente transparente, proporcionando uma visão tridimensional sem que ocorra modificação da sua forma original, e conseqüentemente possibilitando observar possíveis alterações existentes nos canis raticulares.

Completada a diafanização os espécimes foram analisados com auxílio de negatoscópio e uma lupa de aumento de 3 X.

Conclui-se que 43% dos espécimes apresentaram um canal, 49% dois canais, 8% três canais. Verificou-se também a presença de delta apical em 25% dos espécimes.



Associados
Fratura de Molares

Estudo da resistência à fratura de molares superiores tratados endodonticamente e restaurados com amálgama de prata ou resina composta tendo como base o cimento fosfato de zinco ou o ionômero de vidro.

Publicado na revista Odontologia Ensino e Pesquisa vol. 2; nº 2; julho 1997

Sinopse

Esse estudo in vitro procura determinar a resistência à fratura de dentes molares superiores endodônticamente tratados e restaurados com amálgamas de prata ou resina composta, tendo como base o cimento fosfato de zinco ou ionômero de vidro. Os espécimes restaurados foram testados na máquina de teste de Amorin e Pereira. A cada dente de cada grupo foi aplicada carga contínua até que fraturassem. Os resultados obtidos nas condições em que este trabalho foi realizado nos mostrou que a média dos valores obtidos pelo grupo do ionômero de vidro+resina composta foi superior aos demais quando submetido a carga axiais. Quando esses resultados receberam tratamento estatísticos, foram reveladas diferenças significativas apenas entre o grupo ionômero de vidro-resina composta contra o grupo fosfato de zinco+resina composta, com vantagem para o grupo do ionômero.

Conclusões

Os resultados obtidos nas condições em que este trabalho foi realizado nos permite concluir que:

1 - O valor médio da carga axial suportada pelo grupo 3, o do ionômero + resina foto polimerizável, foi superior ao dos demais grupos;

2 - Estatisticamente houve diferença significativa entre o grupo 3 (grupo do iônomero de vidro + resina foto polimerazável) e o grupo 4 (grupo com elementos dentários íntegros e sem cárie ou restauração "grupo de controle");

3 - Não houve diferença significativa entre os grupos 1 (cimento fosfato de zinco e restaurado com resina composta).

Preparo Químico

Preparo Químico Cirúrgico dos Canais Radiculares- Material estraído além do forame apical-Comparativo entre duas técnicas de instrumentação. Chemical preparation of surgical treatment for root channels.- Tese de Mestrado - Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ - 1992.

Sinopse

Através de espectrometria de absorção atômica quantificou-se o quanto do íon cloro ultrapassou o forame apical quando utilizados a Técnica de instrumentação Seriada Convencional e a Técnica de Instrumentação de Oregon (crow-down) ao mesmo tempo em que através de balança eletrônica pesou-se o resíduo sólido extraído por essas duas técnicas de instrumentação. Os resultados apontaram que na técnica de Oregon houve menor extrusão de partícula sólida e maior penetração do íon cloro na região apical.



Associados
Permeabilidade

Permeabilidade Dentinária Frente a ação do Hipoclorito de sódio, EDTA, e Ácido Cítrico

Fernando Pereira; Cristina Nascimento; Joaquim Fest; Leonardo Barroso

Publicado nos Anais do XX Congresso Odontológico de Taubaté - 16 a 20 de agosto de 1999

Com o auxílio de uma medicação intra canal ( PRP de Antoniazzi ) associada a um corante, verificou-se qual das três substâncias, EDTA a 17%, ác. Cítrico a 10%, ou o Hipoclorito de sódio a 4%, permitem um aumento da permeabilidade da dentina. Para tanto foram utilizados 33 dentes divididos em 4 grupos a saber: G1 (10 dentes) - irrigação final com 10 ml de hipoclorito de sódio; G2 ( 10 dentes) -10 ml de EDTA; G3 ( 10 dentes ) - 10 ml de ácido Cítrico a 10%; e G4 ( 3 dentes ) grupo controle. Os resultados mostraram que EDTA a 17% foi significativamente diferente do ácido Cítrico a 10% ao nível de 5% ( Teste de U Mann-Whitney). O EDTA quando comparado ao Hipoclorito de Sódio a 4% não apresentou diferença estatística significante. Assim concluímos que o pior desempenho coube ao Ácido Cítrico a 10%.

Reconstrução do Dente

Reconstrução das Paredes Perdidas do Dente com Resina Composta Fotopolimerizável para Isolamento Absoluto

Publicado na Revista Brasileira de Odontologia (RBO) de jan/fev. de 2000

Renata Pereira Ribeiro (Profª. de Materiais Odontológicos da Escola de Odontologia de V. Redonda)

Fernando dos Santos Pereira Silva(Prof. Adjunto de Endodontia da Escola de Odontologia de V. Redonda)

Joaquim Fest da Silveira(Prof. de Endodontia da Escola de Odontologia de V. Redonda)

Cristina Maria do Nascimento(Profª. do Curso de Especialização em Endodontia da ABO-VR)

Sinopse

O sucesso do tratamento endodôntico está diretamente relacionado com o impedir da penetração ou da não proliferação de microorganismos no interior do sistema de canais radiculares.

O controle da flora bacteriana indígena dos canais radiculares, não raro, é de difícil execução, levando o tratamento endodôntico ao fracasso. Hoje em dia, temos identificadas cerca de 16 espécimes características da flora endodôntica.

A flora nativa da cavidade oral abrange cerca de 360 espécimes. Se esta população entrar no espaço do canal radicular, poderá haver um incremento do sinergismo bacteriano, o que seria responsável por uma maior virulência e/ ou crescimento de espécimes até então sob controle. Assim sendo, a primeira grande preocupação de quem se propõe a tratar bem um canal radicular seria evitar a invasão deste canal radicular pela flora bacteriana bucal.

O dique de borracha proporciona o afastamento dos tecidos moles da boca, levando a uma melhor visão do campo operatório, protege o paciente e o profissional e, principalmente, impede a penetração de saliva, evitando, além de vários acidentes, a contaminação do canal radicular por microorganismos oriundos do meio externo. O problema é que, muitas vezes, o elemento dentário se encontra tão destruído que a aposição do grampo e do dique de borracha torna-se uma missão das mais espinhosas. Em outras ocasiões, mesmo conseguindo-se a colocação do grampo, por falta de uma ou mais paredes no dente, haverá infiltração de saliva no campo operatório, contaminando-o e comprometendo a assepsia do tratamento.

O material escolhido para a reconstrução provisória das paredes perdidas dos dentes foi a resina composta fotopolimerizável, precedida do condicionamento das estruturas dentárias remanescentes com ácido fosfórico a 37%, aplicação do primer e do agente de união.

A reconstrução permite a colocação do grampo para isolamento absoluto, sem deslocar a restauração provisória. Se o tratamento endodôntico for realizado em mais de uma sessão, a restauração provisória permanece no lugar, favorecendo o próximo isolamento absoluto, além de estabilizar o curativo de demora, mantendo as condições assépticas até aqui conseguidas.

UNITERMOS: Dentes destruídos; isolamento absoluto; resina fotopolimerisável.



Associados