Monografias - Implantodontia

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Aspectos que influenciam o perfil de emergência ideal, nas próteses sobre implantes anteriores, obtidos através da coroa provisória (revisão de literatura)

Ano.: 2008

Autor(a).: Andréa de Almeida Costa

Orientador(a).: Prof. Dr. Waldir Benincasa de Castro Lima


A obtenção da estética ideal nas próteses implanto-suportadas tem sido uma preocupação de muitos profissionais. Após diversos estudos, chegou-se à utilização da coroa provisória para obtenção do perfil de emergência ideal. As próteses provisórias podem ser instaladas no segundo tempo cirúrgico com acréscimo ou remoção de resina acrílica. E também com carga imediata ("provisionalização imediata"). Apesar de existirem diversas opiniões a respeito do assunto, a maioria dos autores prefere a utilização da carga imediata, pois encontram excelentes resultados estéticos. Esses autores acreditam que essa técnica possibilita uma cicatrização perfeita dos tecidos moles e obtenção do perfil de emergência ideal. Os autores que preferem a instalação das próteses provisórias no segundo estágio cirúrgico argumentam que, com esta técnica, pode ocorrer a maturação do tecido mole após a osseointegração ter sido atingida. As próteses provisórias podem ser cimentadas ou parafusadas. O importante é o implantodontista avaliar o caso e comparar com os exemplos descritos na literatura para concluir qual é a melhor opção.

Palavras-chave: perfil de emergência, reabertura, segundo estágio cirúrgico, coroa provisória, carga imediata unitário.


Regeneração óssea guiada: análise comparativa das técnicas e das barreiras absorvíveis e não absorvíveis na implantodontia

Ano.: 2008

Autor(a).: Cássio Tadeu Alves


O tecido ósseo, altamente organizado, tem o potencial de reconstruir sua estrutura original. Em condições estáveis, o osso é formado direta ou primariamente, mas é necessário que o suprimento sangüíneo e a base sólida para deposição óssea sejam mantidos de forma adequada. A regeneração óssea guiada se baseia na criação, de um espaço segregado para a invasão de vasos sanguíneos e células osteoprogenitoras, o que promove a regeneração óssea em detrimento do crescimento de tecidos não-osteogênicos, que possuem velocidade de emigração maior que as células osteogênicas. As barreiras de membranas devem possuir características e requisitos biológicos, mecânicos e de uso clínico para servirem como barreira contra a invasão celular indesejável. A aplicação simultânea de barreiras de membranas em tratamento de defeitos ósseos periimplantares possibilita neoformação óssea com prognóstico significante. Além disso, o uso acessório de membranas em técnicas de enxerto ósseo promove maior previsibilidade nas reconstruções alveolares e periimplantares. A técnica de regeneração óssea guiada é viável e de bom prognóstico quando sequem-se os requisitos básicos para sua correta aplicação.

Palavras-chave: regeneração óssea: regeneração tecidual guiada; implante dentário endoósseo; transplante ósseo.


Fatores que influenciam na formação de papila gengival entre dente e implante e entre implantes

Ano.: 2008

Autor(a).: Fabrício Bittencourt Pires

Orientador(a).: Prof. Alexandre Greca Diamantino


O perfil estético está intimamente relacionada com a presença da papila interdental. Esta revisão de literatura visa observar o conhecimento necessário para maior previsibilidade para formação papilar entre dente e implante e entre implantes. A realização de um planejamento protético-cirúrgico completo e minucioso, inclui montagem em articulador, enceramento de diagnóstico, confecção de guia cirúrgico, radiografias e tomografia computadorizada, assim como, observação clínica da linha do sorriso, forma dos dentes e fenótipo dos tecidos periodontais, para se obter um resultado favorável. É de consenso, entre os autores estudados, que para obtenção da papila interdental é preciso um bom posicionamento tridimensional do implante dependendo, assim, de uma boa quantidade de remanescente ósseo e qualidade dos tecidos moles.

Palavras - chave: Implante. Estética. Papila.


Viabilidade da utilização de implantes curtos unitários na região posterior da maxila com exodontia recente. Revisão da literatura

Ano.: 2008

Autor(a).: Felipe de Paula Chaves

Orientador(a).: Prof. Dr. José Antônio Monteiro


Com freqüência, a região posterior da maxila apresenta pouca altura óssea remanescente após a remoção do dente, fato que leva os Cirurgiões Dentistas a indicar cirurgia para enxerto ósseo no selo maxilar, no intuito de inserir implantes com comprimento adequado. Entretanto, há pacientes que não desejam se submeter a esse tipo de cirurgia ou que apresentam alguma contra-indicação para essa intervenção sinusal. Para viabilizar o tratamento com Implante osseointegrável, o uso de implantes curtos pode ser uma boa solução, mormente em casos de perda unitária, visando a facilitar os procedimentos e evitar um tratamento muito extenso. Considerando a impossibilidade de implantação imediata, faz-se necessário aguardar a neoformação óssea no interior do alvéolo, ao mesmo tempo em que se deve levar em conta, também, a reabsorção das paredes ósseas e a pneumatização do selo maxilar, buscando inserir o implante no momento ideal e em osso saudável, mesmo que esse tenha aspecto osteóide. A revisão da literatura, aqui apresentada, teve por objetivo verificar fatores que influenciam o procedimento cirúrgico, o comportamento clínico desse tipo de implante após carregamento funcional e a viabilidade de sua aplicação, considerando, também, os índices de sucesso encontrados pelos vários autores pesquisados. Foi constatado que é seguro utilizar implantes curtos, sendo recomendado que possuam tratamento de superfície e diâmetro mais amplo possível. A relação coroa/implante 1:1 ou menor é bem aceita pelos autores, podendo ser empregadas proporções maiores com índice de sucesso satisfatório, desde que contatos excêntricos sejam eliminados.

Palavras-chave: implantes curtos, relação coroa/implante, cicatrização alveolar.


Os biomateriais para enxerto ósseo

Ano.: 2008

Autor(a).: Greyce Danielle de Paula

Orientador(a).: Prof. Alexandre Greca Diamantino


A Implantodontia vem apresentando excelentes resultados clínicos ao longo do tempo. Um bom planejamento está relacionado com o capital ósseo disponível. Entretanto, em locais onde ternos a necessidade de utilizar enxerto ósseo, cabe ao profissional selecionar, dentre os vários biomateriais disponíveis, o que apresenta características ideais. Como uma alternativa para o enxerto ósseo autógeno e alógeno vem se tentando empregar uma quantidade significativa de biomateriais, incluindo metais, cerâmicas e polímeros. A aplicabilidade desses materiais em organismos humanos depende de suas propriedades biológicas, químicas, físicas e mecânicas.

Apesar do osso autógeno ser o material consagrado para enxertia, os resultados clínicos tem demonstrado que o uso de materiais alternativos, como o material sintético, que também tem seu uso indicado. O presente trabalho tem como objetivo avaliar os resultados obtidos em diversos estudos experimentais, com vários tipos de enxertia óssea.

Palavras-chave: Biomateriais, Enxerto ósseo.


Próteses parafusadas e cimentadas sobre implantes osseointegrados - Vantagens e Desvantagens

Ano.: 2008

Autor(a).: José Luiz M. de Oliveira

Orientador(a).: Prof. Dr. Waldir Benincasa de Castro Lima


No presente trabalho, vários autores foram consultados, comparando-se os dois tipos de próteses sobre implantes osseointegrados (retenção por cimento e retenção por parafuso), vários aspectos foram abordados pelos autores, como: custo, estética, características de cada tipo de retenção, facilidade de confecção, facilidade de reparo ou manutenção. Assim com a adaptação perfeita da subestrutura metálica das próteses parafusadas sobre as conexões dos implantes, principalmente nas próteses extensas, é algo impossível ou muito difícil de se conseguir na opinião dos autores.

Palavras-chave: prótese cimentada, prótese parafusada, implantes dentários.


Distração osteogênica: Revisão de literatura

Ano.: 2008

Autor(a).: Marcilente Lisbôa Benevides

Orientador(a).: Prof. Dr. Waldir Benincasa de Castro Lima


É possível associar através da Implantodontia o binômio distração osteogênica e osseointegração para o tratamento de pacientes edêntulos. Pensando nesses pacientes, buscaram-se opções de tratamento para casos com limitações em altura óssea vertical, e dentre elas podemos destacar a Distração Osteogênica. Esta técnica tem sido amplamente aplicada na ortopedia e mais recentemente no esqueleto craniofacial de seres humanos com deformidades congênitas ou adquiridas, principalmente na região anterior da maxila e em toda a região alveolar mandibular, tendo como finalidade a expansão de volume ósseo e também dos tecidos moles adjacentes, realizada através de aparelhos específicos, denominados de distratores osteogênicos. A distração osteogênica descrita por Ilizarov inicia-se quando a tração aplicada após a segmentação óssea e uma tensão é feita sobre o callus reparador - união entre os seguimentos ósseos osteotomizados. A evolução dessa etapa se dá à medida que o alongamento dos tecidos se torna satisfatório, com o objetivo de instalar implantes e devolver ao paciente a capacidade funcional, mastigatória, fonética, estética e da auto-estima. Esta técnica apresenta vantagens por ser de baixa morbidade e de evitar um segundo local cirúrgico, necessitando assim de conhecimentos e habilidades das técnicas cirúrgicas, como também de instrumentais apropriados e adequados para o desenvolvimento da técnica com sucesso.

Palavras-chave: distração osteogênica alveolar; distratores.


A influência da biomecânica na manutenção prospectiva da integridade das interfaces osso/implante e prótese/implante

Ano.: 2008

Autor(a).: Maurício Diogo

Orientador(a).: Prof. Alexandre Greca Diamantino


A distribuição das forças tem influência direta no sucesso do tratamento com implantes osseointegrados, sendo o propósito deste trabalho realizar uma revisão da literatura sobre o tecido ósseo de suporte e de seu comportamento frente às forças que atuam nas interfaces osso/implante e prótese/implante, e também dos efeitos da distribuição do stress nestas interfaces e no tecido ósseo de suporte. As forças podem trazer benefícios ao sistema prótese implantossuportada quando aplicadas no sentido do longo eixo do implante ou prejudiciais quando oblíquas ou de cisalhamento. A interface osso/implante pode ser afetada por próteses mal adaptadas, cargas oclusais excessivas e ajuste oclusal inadequado. Já na interface prótese/implante, a falta de passividade da prótese, o desajuste oclusal e os contatos inadequados podem levar fadiga ou stress ao parafuso de fixação do componente. Forças não axial trazem prejuízo ao conjunto prótese/implante e conseqüentemente para a interface osso/implante, podendo gerar complicações como perda óssea perimplantar, fratura do implante, afrouxamento ou fratura do parafuso do componente protético, da superestrutura da prótese e falência total do sistema envolvido na terapia de uma prótese implantossuportada.

Palavras-chave: Biomecânica, implante osseointegrado, prótese implantossuportada.