Monografias - Ortodontia

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Bionatorterapia

Ano.: 1998

Autor(a).: Alessandro Di Cicco Souza


O Bianator de Balters, apesar de ser um aparelho concebido e aperfeiçoado por Balters a quase trinta anos, ainda hoje se mostra atual para as correções de Classe II. Através de excitações neural provocada por ele, contribui para desenvolver o terço inferior da face e evitar deseqülíbrio musculares futuros, corrigindo a relação maxilomandibular. O Bionator de Balters é um aparelho que se encaixa dentro dos princípios da O.F.M., tendo como meta principal normalizar a função da língua, bochecha, lábios e toda a musculatura, recuperando assim o eqülíbrio e a harmonia do sistema estomatognático, eliminando os fatores que retardam o crescimento mandibular, e como conseqüência, patrocinando um perfil agradável.


Tratamento ortodôntico pré e pós cirurgia ortognática

Ano.: 1998

Autor(a).: Ana Cristina Sagulo Pereira de Castro


O tratamento ortodôntico antes e depois de uma cirurgia ortognática, constitui em recurso de extrema utilidade para a reabilitação oclusal, funcional e estética de pacientes portadores de discrepância esquelética, no sentido sagital. Neste trabalho descrfevemos vários métodos de tratamento ortodôntico antes e depois de uma cirurgia ortognática, em pacientes portadores de discrepância ósseas esqueléticas, classe II e classe III.

O primeiro estágio de tratamento, realizam asseguintes correções: rotações, eliminar discrepâncias dentárias negativas, sempre mantendo a coordenação entre os arcos.

No plano sagital, ocorria a eliminação das compensações dos dentes anteriores, muito vestibulizados ou lingualizados; sempre de acordo com suas bases apicais; com o auxílio de elástico inter-maxilares de classe II, para classe III esqueletal e elásticos de classe III para classe II esqueletal.

No plano transversal, quando necessário, realizava-se uma disjunção palatina, em pacientes até a puberdade, ainda em crescimento.

No plano vertical, corrigi-se a curva de Spee de arcada superior e inter-cuspidação.

O nivelamento e alinhamento dos arcos ou segmentos destes, elimina rotações, discrepâncias negativas e pequenas extrusões. A execução de movimentos dentários que possam dar mais estabilidade no movimento cirúrgico. Quando a cirurgia tem no seu planejamento, uma parte da arcada, o nivelamento era feito em segmentos separados.

Após a cirurgia, os dentes próximos das áreas de osteotomia, se necessário são corrigidos as posições dos seus barquetes, os segmentos dentários são unidos. Não são realizadas forças contrárias, ao deslocamento que o osso sofreu cirurgicamente.

Em casos de discrepância dentária negativa ocorre as extrações e o tratamento dura em torno de doze a dezoito meses.

Nos pacientes portadores de mordida aberta e face longa, a instrução de molares superiores é realizada antes da cirurgia. São colocados para a cirurgia, um arco passivo e um splinter.

Após a cirurgia, as forças realizadas são mais leves, nivelamento final até uma máxima inter-cuspidação, com o uso de elásticos inter-maxilares 3 a 6 meses e contenção pôr 3 anos.

Visaram colocar os dentes em uma posição estável em relação a sua base apical ou óssea para que não ocorra recidiva. Corrigir a curva de Spee das arcadas superior e inferior. Houveram casos de reabsorções das cristas ósseas alveolares, mas estas reabsorções foram atribuídas ao uso de uma força excessiva no tratamento ortodôntico.


Tratamento Interdisciplinar:
Alternativa para Tratar Fissuras Labiopalatinas

Ano.: 2006

Autor(a).: Ana Laura Sánchez


As fissuras labiopalatais são alterações faciais, resultantes da falta de fusão dos processos maxilares laterais. Estudos científicos ultimamente têm demonstrado que a incidência de fissuras labiopalatais tem ocorrido com freqüência, podendo ser associado como causas: hereditariedade, fatores nutricionais, tóxicos, endócrinos, entre outros. A pesquisa se justifica pela importância do tema, pela possibilidade de ampliar conhecimento no âmbito do tratamento interdisciplinar de fissuras labiopalatais, contribuindo com um estudo onde a pesquisadora atua como dentista. Esta pesquisa tem como objetivos indicar o tratamento interdisciplinar (médico, dentista, psicólogo, fonoaudiólogo, nutricionista ... ) como alternativa de recuperação do paciente, com base na literatura; descrevendo as causas das fissuras labiopalatais; classificando as fissuras labiopalatais; identificando as seqüelas; verificando a incidência dessas fissuras. As questões de pesquisa visavam descobrir se o tratamento interdisciplinar poderia ser uma alternativa para tratar fissuras labiopalatais e quais seriam os resultados do tratamento interdisciplinar para o paciente. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, tendo como base autores consagrados que escrevem sobre o tema escolhido, sendo consultado livros e artigos científicos. Concluiu-se que o tratamento através de uma equipe multiprofissional, com abordagem interdisciplinar e tratamento integral, desde o nascimento, até a fase adulta, propicia ao indivíduo portador de deformidade facial, o necessário ajustamento à sociedade.

Palavras-chave: fissuras labiopalatais; seqüelas, tratamento interdisciplinar.


Tratamento precoce da maloclusão da classe III

Ano.: 1998

Autor(a).: Ana Rosa de Paula Carvalho


O tratamento precoce da maloclusão de classe III ainda apresenta uma controvérsia muito grande entre as diferentes filosofias ortodônticas. Este estudo descreve através de uma revisão da literatura existente, os principais recursos terapêuticos usados na intervenção precoce deste tipo de maloclusão: aparelhos ortopédicos funcionais (principalmente o regular de função de Frankel - RF3), mentoneira, protração do complexo maxilofacial precedida ou não de expansão rápida da maxila, protração do complexo maxilofacial associada à mentoneira, aparelhos com magnetos.


Tratamento Ortodôntico em pacientes tratados Periodontalmente

Ano.: 2003

Autor(a).: André do Nascimento Freitas


O tratamento ortodôntico de pacientes periodontalmente comprometidos tem sido cada vez mais procurado, visto que esta situação geralmente leva a deslocamentos dentários, principalmente na região anterior, onde não existem forças oclusais se opondo à pressão da musculatura perioral e língua. Esses deslocamentos comprometem não só a estética, mas também o acesso à higienização e terapia periodontal. Este trabalho se propõe a elucidar, através de uma revisão de literatura, as conseqüências de movimentações dentárias num periodonto já debilitado e reduzido por uma doença periodontal prévia. Conclui-se que o tratamento ortodôntico, desde que executado sem a presença de placa bacteriana, e utilizando-se forças leves, não é capaz de agravar o quadro clínico periodontal. Na maioria dos casos irá melhorar não só esteticamente, mas também facilitando a higiene, e até melhorando o suporte periodontal através de modificações anatômicas de defeitos ósseos, e criação de novas áreas de tecidos do ligamento periodontal.


A Evolução dos Materiais de Colagem de Braquetes

Ano.: 2006

Autor(a).: Chune Avruch Janovich


Neste trabalho, foi feita uma revisão bibliográfica com o intuito de conhecer melhor a evolução de alguns materiais odontológicos que são utilizados na Ortodontia para colagem de braquetes. Ao realizar esta etapa do tratamento ortodôntico, o Autor deparou-se com uma dúvida a respeito de qual o material que deve ser utilizado para colar os braquetes sobre a superfície do esmalte. Para responder a esta pergunta, é importante conhecer as características dos materiais e como estes surgiram. As pesquisas no sentido de descobrir novos materiais são mudo grandes, tanto que, hoje, na primeira década do século XXI, é possível deparar-se com adesivos de 6ª geração, os quais, com suas características de apresentar ácido e adesivo em um único frasco, prometem reduzir o tempo de trabalho, ter boa resistência e provocar menor dano à estrutura do dente.

Palavras-chave: Colagem de braquetes, resina composta, adesivos, self-etching, primer (SEP1), ionômero, de vidro.

1SEP: é a sigla de Self Etching Primer


Tratamento da Maloclusão Declasse III de Angle: Relato de Caso Clínico com Disjunção Palatal e Protração da Maxila

Ano.: 2006

Autor(a).: Cláudia Adriana Abrão Biasuz


Há vários anos o tratamento de maloclusão de Classe III de Angle tem sido um desafio para o ortodontista, além disso, o momento oportuno de interceptar a maloclusão e a estabilidade dos resultados alcançados são preocupações constantes em tratamento de paciente Classe III de Angle. A finalidade deste trabalho é contribuir para o diagnóstico e tratamento de maloclusões Classe III de Angle, fornecendo dados para que possam auxiliar o profissional a utilizar-se da disjunção palatina e tração maxilar, como recursos terapêuticos em fase precoce de desenvolvimento.

Palavras-chave: tratamento, maloclusão de Classe III de Angle, expansão palatal, protração da maxila.


Estudo dos métodos de correção da sobremordida profunda

Ano.: 1998

Autor(a).: Cláudia Christina da Costa Rodrigues do Prado


Sobremordida profunda é uma maloclusão vertical caracterizada por uma curva de Spee exagerada e um desvio da distância entra as bordas dos incisivos superiores e inferiores, que, sob condições normais, é de 2,5 mm. Este desvio, para mais, pode algumas vezes ferir os tecidos moles da mucosa palatina, prejudicando a mastigação. Os autores recomendam o uso de placas de mordida superiores, principalmente na dentição decídua. Vários pesquisadores criaram seus próprios dispositivos para tratar a sobremordida profunda, e todos eles relatam algum grau de sucesso. O tratamento ortodôntico tem mais chance de ser bem sucedido quando realizado em indivíduos em fase de crescimento. Antes do tratamento deste problema, é necessário estabelecer claramente as causas, a fim de escolher o tratamento mais adequado.

De qualquer forma, a previsão desta condição é difícil, bem como sua correção; o problema tende a apresentar recidiva após tratamento ortodôntico.


Extração do incisivo inferior no tratamento ortodôntico

Ano.: 1998

Autor(a).: Clenito Gomes Silva


Tendências de tratamento oscilam entre a terapia sem extração e a extração dos quatro pré-molares, com atenção insuficiente para outras alternativas.

Este trabalho descreve um apanhado nos últimos dez anos sobra uma terapia aparentemente fácil, porém com situações clínicas que requerem muita atenção. A extração do incisivo inferior pode afetar adversamente a oclusão. Contudo, suas indicações começam a sem mais divulgadas com relatos de casos clínicos, onde os autores demonstraram a sua experiência como também as limitações dos tratamentos apresentados.

É, uma alternativa terapêutica muito bem aceita, onde a estética facial e o espaço presente não pedem maiores movimentos dentais.


Aplicação de laser de baixa intensidade na ortodontia

Ano.: 2009

Autor(a).: Cristiane Castro de Carvalho Elias


O presente trabalho tem como objetivo focar os efeitos do laser de baixa intensidade na ortodontia, bem como a exploração da laserterapia em diferentes situações clínicas ortodônticas. Por promover inúmeros benefícios aos pacientes nas diversas especialidades, a laserterapia tem evoluído muito na odontologia, apesar de inúmeras possibilidades de emprego do laser, este ainda não é utilizado com tanta freqüência. Porém a literatura nos mostra que com o surgimento dos diversos tipos de lasers e com o conhecimento físico da luz, atualmente esse tratamento passou a fazer parte da Medicina e da Odontologia. O laser de baixa intensidade, objeto desse estudo, foi evidenciado por diversos autores, e analisado os efeitos analgésicos obtidos em várias aplicações clínicas odontológicas. A utilização da luz laser seja de alta intensidade ou de baixa intensidade, disponibiliza ao Cirurgião Dentista uma grande opção de utilizações de acordo com as afinidades teciduais específicas beneficiando o paciente com tratamentos atraumáticos, sem dor, com melhor pós-operatório, dentre muitas outras vantagens,

Palavras-Chaves: Laser, Ortodontia, Laser de baixa intensidade.


Relação entre Tratamento Ortodôntico e Desordens Temporomandibulares

Ano.: 2006

Autor(a).: Cristina de Souza Keller


Existe muita controvérsia entre o tratamento ortodôntico e as desordens temporomandibulares, tal controvérsia está relacionada aos fatores etiológicos e terapia ortodôntica.

Este trabalho visa, através da revisão de literatura, avaliar a real relação entre tratamento ortodôntico e desordem temporomandibular e responder algumas dúvidas, tais como: se a DTM tem origem multifatorial ou apenas um único fator etiológico pode causar DTM; se a montagem em articulador em RC é necessária; se para sucesso do tratamento ortodôntico é ideal uma oclusão em harmonia com a ATM; se a maloclusão, os contatos prematuros em relação cêntrica, as interferências oclusais durante os movimentos funcionais podem levar à DTM; se pacientes com dor e disfunção de origem muscular e pacientes com desarranjos internos da ATM, podem se beneficiar do tratamento ortodôntico; se é importante no tratamento ortodôntico coincidir RC e MIH, se a extração de dentes como parte de um plano de tratamento, aumenta o risco de DTM; enfim se o tratamento ortodôntico previne, causa ou cura DTM.

Palavras-chave: Tratamento Ortodôntico, DTM, ATM.


Surto de crescimento puberal precoce

Ano.: 2009

Autor(a).: Damaris Guimarães Salles

Orientador(a).: Prof. Dr. Anael Carlos Rodrigues


A compreensão dos eventos relacionados ao crescimento é de suma importância na Ortodontia clínica. Este trabalho objetivou discutir sobre o crescimento puberal precoce como um tudo, bem como a correlação entre o surto de crescimento estatural e o facial, o que determina a importância da idade esquelética na aplicação da terapia ortodôntico-ortopédica. Os estágios de maturidade têm uma influência decisiva no diagnóstico, planejamento, prognóstico e resultado final do tratamento. A ordem e a interpretação dos trabalhos revisados na literatura levaram a um esclarecimento de como o clínico pode utilizar-se da radiografia carpal para determinar a idade óssea do paciente. Um método mais simplificado para avaliar a maturação esquelética mediante o uso de exames radiográficos específicos foi evidenciado por muitos autores. Estes ainda concordaram que a ossificação do osso sesamóide pode ser utilizado como indicador do início do surto de Crescimento Puberal, sendo mais precoce nos indivíduos do sexo feminino. A conclusão obtida desta revisão bibliográfica se insere numa reflexão maior sobre os meios de predição do crescimento e desenvolvimento craniofacial existentes na literatura, que auxiliam o ortodontista no plano de tratamento da clínica puberal.

Palavras-Chaves. Surto, Crescimento Puberal, Ortodontia


Estudo dos efeitos ortopédicos e ortodônticos da disjunção palatina

Ano.: 1998

Autor(a).: Fátima Cantini


A experiência clínica tem mostrado que a atresia maxilar é um dos maiores desafios para os ortodontistas e que a disjunção rápida da sutura palatina é um dos meios mais eficientes para se obter maior largura dos arcos maxilares permitindo assim a coordenação dos arcos dentários maxilar e mandibular.


Tratamento Ortodôntico em Pacientes Adultos com Periodonto Reduzido

Ano.: 2006

Autor(a).: Flávia Pereira Soarez


Um pré-requisito básico para a realização de movimentação ortodôntica é a saúde dos tecidos periodontais. Uma dúvida freqüente entre os profissionais que exercem a Ortodontia é se é possível tratar pacientes com doença periodontal, por meio de aparelho ortodôntico. Considerando isso a pesquisa se justifica pela importância para todos que trabalham tanto em Ortodontia como em Periodontia porque apresenta e discute a doença periodontal e a ortodontia numa revisão de literatura que aborda os últimos dez anos e, algumas vezes, extrapola estes limites de tempo em favor do conhecimento, considerando o interesse dos profissionais diretamente envolvidos com o problema. Esta pesquisa tem como objetivos é revisar sistematicamente a literatura existente sobre tratamento ortodôntico em pacientes adultos com periodonto reduzido, buscando esclarecimentos e possibilidades de tratamento em pacientes adultos com periodonto reduzido. As questões de pesquisa visavam descobrir se pacientes com periodonto reduzido têm risco de perda de inserção adicional após a correção ortodôntica? Quanto tempo após a conclusão do tratamento periodontal podemos iniciar o tratamento ortodôntico? A manutenção periodontal de paciente com periodonto reduzido portador de aparelho ortodôntico deve ser realizadas com que freqüência? A metodologia utilizada foi à pesquisa bibliográfica, tendo como base pesquisa em livros e revistas científicas. Os resultados revelam que não ocorre perda adicional de inserção em pacientes com periodonto reduzido sob efeito controle do biofilme. O tempo para se iniciar o tratamento ortodôntico após o tratamento periodontal depende do paciente estar curado e incluído em um programa de manutenção periódica preventiva. A manutenção periódica preventiva de um paciente com periodonto reduzido portador de aparelho ortodôntico deve ser trimestral e deve ser realizada antes, durante e após o tratamento ortodôntico.

Palavras-chave: Periodonto Reduzido; Tratamento Ortodôntico; Movimentação Dentária.


Recursos de colagem de braquetes

Ano.: 1998

Autor(a).: Georgina Maria Alves Rodrigues


O objetivo deste trabalho foi verificar os recursos disponíveis ao ortodontista para cumprir uma etapa fundamental do tratamento ortodôntico: a colagem dos braquetes e acessórios.

Foi feito um breve histórico dos materiais, empregados desde os trabalhos pioneiros de BUONOCORE para o desenvolvimento das resinas compostas quimicamente ativadas, passando pelas resinas fotoativadas, chegando aos cimentos de ionômero de vidro e suas vibrações.

Também foi feita uma abordagem sobre o condicionamento ácido do esmalte, e as implicações clínicas do uso destas soluções condicionadoras por ser esta uma fase importante para o sucesso das colagens.


Recursos de ancoragem extrabucal

Ano.: 1998

Autor(a).: Gilda de Moura Lavecchia Bellote Machado


O presente trabalho consiste de uma revisão bibliográfica, compreendendo o período de 1985 à 1997, sobre os recursos disponíveis de tração extrabucal que podemos empregar em nossa clínica ortodôntica com segurança.

Diversos aparelhos que utilizam a ancoragem extrabucal vêm sendo utilizada como rotina nos tratamentos. Este estudo procura mostrar quais são os tipos de aparelhos, os sistemas de força empregados, suas indicações, as diversas formas de sua utilização e objetivos desejados. Os resultados deste estudo mostraram que já dispomos de uma boa variedade de aparelhos que empregam forças através de ancoragem extrabucal com sucesso, sendo, inclusive, primordiais em determinados tratamentos. Com habilidade, o profissional pode controlar os efeitos indesejáveis de casos específicos, obter forças assimétricas, distalizar dentes individualmente ou em grupos e promover alterações ortopédicas.

Algumas considerações importantes que devemos ter em mente sempre que utilizamos aparelhos extrabucais, também são relatados.


Diagrama individualizado do arco dental e metálico

Ano.: 1998

Autor(a).: Ivan Roberto Neves


Devido a grande variedade na forma e tamanho dos dentes e dos arcos dentários, relacionado ao fato de que devemos manter o formato do arco dental quando da substituição dos inúmeros arcos metálicos durante o tratamento ortodôntico, vem a preocupação e a finalidade deste trabalho, que descreve uma das várias análises para obtenção do arco individualizado, com base em telerradiografia e a somatória dos incisivos e canino de um hemiarco mandibular.


Avaliação da Eficácia do Uso de Mini-Implantes como Ancoragem Intra-Oral Rígida

Ano.: 2006

Autor(a).: Jaques Crestana Michel


Os propósitos deste trabalho foram analisar, através de uma revisão de literatura, a eficácia dos mini-implantes como ancoragem intra-oral rígida e estabelecer o tempo de espera para a aplicação de forças ortodônticas sobre os mesmos.

Os resultados da pesquisa mostraram que os mini-implantes são excelentes recursos de ancoragem e que o período ideal de espera para a aplicação de forças sobre os mini-implantes pode variar, de acordo com os autores, de duas até dez semanas.

Palavras-chaves: eficácia, mini-implante, ancoragem ortodôntica.


Métodos Predictivos do Crescimento Mandibular

Ano.: 2006

Autor(a).: Luciene Chiaradia


Constitui-se este trabalho de uma revisão de literatura compreendendo o período de 1982 a 2002, sobre os métodos disponíveis de predição de crescimento mandibular que podem nos auxiliar no diagnóstico ortodôntico de classe III.

O que devemos observar nas análises facial, cefalométrica, de modelos e exame clínico dos pacientes em crescimento, para diagnosticar uma possível maloclusão classe III. Os resultados deste estudo são conclusivos de que já dispomos de uma variedade de fatores que ajudam a definir o diagnóstico de uma maloclusão classe III.

Com tranqüilidade, o ortodontista utilizando a documentação ortodôntica do paciente pode diagnosticar, seguramente, uma tendência de crescimento para uma maloclusão classe III ou quando, já está instalada, se é uma maloclusão classe III verdadeira ou falsa.

Também são relatadas algumas considerações importantes que devemos ter em mente sempre que realizamos o diagnóstico de uma maloclusão de classe III.


Tracionamento Ortodôntico de Caninos Superiores Impactados

Ano.: 2006

Autor(a).: Marisa Ap. Mendes Mancilha


A etiologia do canino impactado tem sido bastante discutida, mas a maioria dos autores destaca a falta de espaço no arco. A incidência é maior no sexo feminino do que no masculino, com impactação por palatino mais freqüente do que por vestibular. Os autores descrevem várias formas de tratamento, que pode ser um tratamento radical ou conservador, procurando eleger, se possível, uma alternativa conservadora, ou seja, tratamento cirúrgico e ortodôntico para o tracionamento do canino impactado. Nos casos de prognóstico pobre é indicada à remoção do canino impactado ou utilizar a técnica do auto-transplante. A opção pela permanência do canino impactado na cavidade bucal requer avaliação periódica radiográfica, a fim de detectar possíveis reabsorções aos dentes adjacentes. É muito importante que o clínico esteja atento à partir dos 9 anos de idade para o exame de inspeção e palpação para detectar o mais precocemente possível a tendência de impactação do canino, podendo muitas vezes utilizar de medidas preventivas. O ortodontista, auxiliado pelas várias formas de diagnóstico deve relatar ao paciente todas as possibilidades, duração e prognóstico do tratamento, para que juntos concordem com uma terapia que devolva a forma, a estética e a função mais adequada ao paciente.

PALAVRAS-CHAVE: Impactação; Canino; tracionamento; ortodontia.


O uso de mini-implantes como recurso ortodôntico na movimentação dentária vertical

Ano.: 2009

Autor(a).: Nathalia Levin de Carvalho Cidade

Orientador(a).: Prof. Dr. Anael Carlos Rodrigues


Este trabalho tem por finalidade avaliar a eficácia dos mini-implantes nos movimentos de intrusão e extrusão, visto serem dificilmente conseguidos sem que haja reação da unidade de ancoragem, principalmente no que diz respeito à mecânica intrusiva. Por oferecerem ancoragem esquelética, os mini-implantes têm demonstrado ser de grande relevância, tornando a mecânica de intrusão, seja para dentes anteriores ou posteriores, mais simples de ser conseguida. Em relação à extrusão, estes dispositivos vieram para atestar sua eficiência e suas vantagens sobre a ancoragem tradicional.

Palavras-chave. Mini-implante. Intrusão dentária, Ancoragem esquelética, Desimpacção.


A Utilização de Molas de Níquel-Titânio como Um Recurso Auxiliar nos Tratamentos Ortodônticos com a Técnica Straight-Wire

Ano.: 2006

Autor(a).: Patrícia Garavello Zimmermann


Graças ao avanço tecnológico e pesquisas realizadas em diversas instituições de ensino qualificadas, a descoberta de novas ligas e materiais ortodônticos tem sido uma freqüência na vida científica e clínica. A pesquisa se justifica, por ter-se percebido ultimamente o agito da vida moderna que requer alternativas, para facilitar o trabalho do dentista e diminuir o tempo do paciente dentro dos consultórios dentários. Esta pesquisa tem como objetivo avaliar os efeitos e as indicações da utilização de molas com a liga de níquel-titânio para movimentação dentária em pacientes com dentição permanente utilizando aparelho ortodôntico fixo pela técnica straight-wire. Questiona-se o efeito que as molas de níquel-titânio possam ter nos tratamentos ortodônticos com aparelhos fixos pela técnica straight-wire. A metodologia utilizada é a pesquisa bibliográfica, através da coleta de dados em periódicos, livros, Atlas, das bibliotecas das Faculdades de Odontologia da UFRGS, PUC/RS, ULBRA/RS e Associação Brasileira de Odontologia de Porto Alegre/RS e Volta Redonda/RJ. Os resultados revelam que o uso destas molas torna possível a liberação de uma força “leve e contínua”, freqüentemente com apenas uma ativação, tentando promover um movimento de corpo do dente ao local desejado, favorecendo a higienização por parte do paciente quando comparada com outros dispositivos ortodônticos de mesma finalidade.

Palavras-chave: Molas de Níquel Titânio; Aparelho Straight-Wire; Propriedades; Superelasticidade.


Comparação das propriedades mecânicas dos fios ortodônticos e suas utilidades clínicas

Ano.: 1998

Autor(a).: Pedro Ernesto Ribeiro Carvalho


Face à importância de se predizer as principais características das propriedades mecânicas dos fios ortodônticos, foi desenvolvido um estudo com o objetivo de não só expor, mas comparar tais propriedades mecânicas das ligas utilizadas e determinar suas indicações no tratamento diversificado dos problemas dentários.

Os dados foram obtidos através de um levantamento bibliográfico que, após revisado, foi confrontado na discussão, comparando os resultados dos autores em suas pesquisas.

Respostas referentes a flexibilidade, resistência, deformação, efeito memória, efeitos carga-deflexão, influência da temperatura da cavidade oral nos fios, sua elasticidade, atuação da esterilização, etc. são encontradas neste trabalho, onde os resultados mostram excelentes vantagens das novas ligas de titânio para o tratamento ortodôntico.


Barra Transpalatina

Ano.: 2003

Autor(a).: Rafael Reis Brambatti


O presente trabalho tem por finalidade realizar uma revisão de literatura a respeito do que foi produzido, até então, sobre a barra transpalatina, dando ênfase aos últimos dez anos. Sendo construído, geralmente, a partir de um fio redondo de 0.9 mm, este dispositivo pode ser soldado ou encaixado à face palatina das bandas dos molares superiores. Tem sido aplicado em inúmeras situações clínicas, pois permite a distribuição de forças através de dobras de primeira, segunda e terceira ordem.Usualmente utilizada para a correção da rotação, inclinação e torque dos molares, a barra transpalatina também pode auxiliar na distalização e na mesialização dos mesmos; atuar como coadjuvante no controle da ancoragem; corrigir pequenas discrepâncias transversais; servir como apoio a outros arcos e acessórios ortodônticos e controlar o crescimento vertical facial (controle vertical).


Aparelhos ortopédicos e ortopedia facial

Ano.: 1998

Autor(a).: Roberta Mansur Caetano


Em vista da grande diversidade de dispositivos contensores, realizou-se essa pesquisa, buscando as principais indicações dos aparelhos ortopédicos funcionais com finalidade de contenção.

Observou-se que eles apresentam inúmeras indicações, como após correção das Classes II e III; após correção da mordida aberta anterior; em períodos de observação, quando o tratamento é planejado em duas fases; após correção de mordida cruzada lateral; após cirurgia; para manutenção da estabilidade dos arcos; para promover equilíbrio dinâmico-funcional e como contenção ativa. Mas, são considerados os aparelhos de contenção de primeira eleição, em pacientes que concluído o tratamento, ainda se encontram em crescimento e em pacientes com desequilíbrio da função neuromuscular.


Mecânica de Retração Anterior com Arco Dupla Chave na Técnica Straight Wire

Ano.: 2003

Autor(a).: Rosiani Lima


A filosofia do Dr. Roth, introduziu algumas modificações à técnica do Straight Wire preconizado por Andrews. Observamos que a inclinação dos caninos. Produz efeitos colaterais durante a faze de nivelamento e alinhamento. Nota-se um aprofundamento da sobremordida anterior e abertura da mordida na região dos pré-molare, em função da inclinação de 13º do slot estar incorporado em sua totalidade. Esta inclinação também consome muita ancoragem.

Esses efeitos poderão ser evitados com a utilização, nos caninos, de um braquete versátil que proporcione uma individualização, cabendo ao profissional a decisão de qual a melhor inclinação para aquele caso em particular.

Mesmo com o recente lançamento do braquete com 9º de inclinação, achamos que a individualização na inclinação assegura um melhor resultado.


Trespasse Vertical Acentuado

Ano.: 2003

Autor(a).: Solange Maria Menegat


A sobremordida exagerada, ou trespasse vertical acentuado ou ainda, mordida profunda, é definida como trespasse indevido entre os incisivos superiores e os inferiores no plano vertical, causada por alterações esqueléticas e ou dentárias.

Sua correção requer diagnóstico correto baseado na idade biológica do paciente, no padrão facial, na estética e na magnitude da sobremordida. Dependendo dos objetivos, pode ser corrigida por métodos intrusivos, extrusivos ou associação de ambos, sempre visando restabelecer estética, função e alcançar resultados estáveis.

Através desta revisão de literatura, os autores relatam os fatores que devem ser considerados paraum correto diagnóstico, um tratamento adequado, ressaltando aspectos práticos, alternativas e modalidades para o sucesso, já que é de difícil tratamento e o grau de recidiva é alto.


Métodos de Tratamento de Sobremordida Acentuada

Ano.: 2006

Autor(a).: Tatiana Dellagustin


O presente trabalho consiste de uma revisão bibliográfica, compreendendo o período de 1977 a 2005, onde foram avaliados os métodos de tratamento de sobremordida exagerada.

A correção deste tipo de mal oclusão exige diagnóstico correto e, dependendo dos objetivos, pode ser tratada por métodos intrusivos, extrusivos ou pela associação de ambos.

Nesta revisão de literatura, os autores descrevem as mais variadas formas de correção do trespasse vertical, ressaltando aspectos aplicáveis no cotidiano do consultório, sempre visando restabelecer a estética, a função e atingir resultados estáveis.

Palavras-chave: sobremordida acentuada - métodos de correção trespasse vertical